destaqueESPORTE

LUTO | Jornalismo esportivo perde três grandes ícones em menos de 24h

Apolinho, Antero Greco e Sílvio Luiz ajudaram a contar inúmeras histórias sobre aquilo que tanto amamos: o futebol

Um dia triste para o jornalismo esportivo e para os fãs do futebol e demais esportes em todo o Brasil. Nas últimas horas, perdemos três dos maiores nomes da crônica esportiva, que ajudaram a contar inúmeras histórias sobre aquilo que tanto amamos: o futebol.

WASHINGTON RODRIGUES 

Washington Rodrigues (o Apolinho), comentarista da Super Rádio Tupi, fez uma linda história no rádio esportivo. O Apolinho,  apelido como era conhecido, surgiu por conta do microfone sem fio que era utilizado pelos astronautas da Missão Apollo 11, de 1969. Foi o seu companheiro de trabalho, o saudoso Celso Garcia, quem o batizou assim. Eles dois agora reeditam a dupla em outro plano. Mas além da latinha, o profissional também prestou serviços a beira do campo de jogo, quando aceitou o convite para ser técnico do Flamengo, em 1995. Apolinho morreu aos 87 anos, em um hospital no Rio de Janeiro, durante a vitória do Flamengo por 4 a 0 contra o Bolivar, pela Copa COMENMBOL Libertadores, na noite desta quarta-feira (15). Ele estava internado em uma Casa de Saúde, onde enfrentava uma luta contra um câncer agressivo.

ANTERO GRECO

Enquanto ainda se lamentava sua partida, as redes sociais, na manhã desta quinta-feira (16), foram inundadas com informações sobre mais uma grande perda: Antero Greco, da ESPN Brasil, também encerrava seu ciclo nesta terra. Assim como Apolinho, o jornalista Antero fazia seu trabalho com muita leveza. Uma grande marca que deixa um legado que deve ser seguido pelas próximas gerações de profissionais do jornalismo esportivo. Antero tinha 69 anos e lutava há dois anos bravamente contra um câncer no cérebro. Ele morreu em um hospital em São Paulo.

SÍLVIO LUIZ 

Sílvio Luiz (89 anos) foi um dos três maiores narradores do Brasil nos últimos tempos, sendo responsável por transmissões de grandes jogos de times brasileiros e da Copa do Mundo. Ele se tornou um grande narrador, sem aos menos se dá ao trabalho de gritar gol. Era uma marca dele não gritar, assim como também eram os inúmeros bordões, que só de lembrar seu nome, todos já vêm de forma automática em nossas mentes. Especialista em bordões e frases que serão repetidas por muitos anos ainda, ele morreu em decorrência de falência de múltiplos órgãos, nesta quinta-feira (16), em um hospital de São Paulo. Luiz estava internado, após passar mal durante a transmissão da final do Campeonato Paulista, na TV Record, em abril deste ano. Assim, se calou uma das vozes nas imponentes da narração esportiva do Brasil.

Maxsuel Bruno

Mestrando em Educação Esportiva | Pós-graduado em Jornalismo Esportivo | Narrador do canal Planeta Esportivo | Especialista em Assessoria de Imprensa | Radialista | Teólogo | Locutor

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo